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Restaurante Vila Branca (Borba, Portugal)

Ideal para uma noite de verão, mas podia melhorar o conforto.


Vão percebendo, pelas minhas opiniões, que tenho uma certa predileção pelo Alentejo e pela comida alentejana (vinho alentejano incluído), daí que sempre que é possível conhecer novos locais nesta bela região, nunca me faço rogado. Numa viagem ao coração do norte alentejano, passei por Borba, que é muito conhecida pelo seu vinho e pelos seus mármores, para experimentar a gastronomia de um restaurante que me indicaram como sendo bom e barato. Numa noite de fim de verão, a temperatura convidava a um jantar ao ar livre e este espaço proporcionava exatamente essa possibilidade.


Localização & Acesso (9/10)

Localizado no centro histórico de Borba, mesmo junto ao peculiar castelo (que não se encontra em plano elevado) cujas muralhas se prolongam até ao pátio do restaurante, torna-se bem simples encontrá-lo apenas seguindo as direções para o centro e para o castelo. Depois, basta arrumar o carro num dos muitos lugares de estacionamento que existem nas redondezas, mesmo que fique a 100 ou 200 metros vale a pena o passeio para respirar os ares do Alentejo genuíno. É a zona central de Borba, ponto de encontro para os locais de todas as idades e para alguns turistas ocasionais, especialmente numa noite de verão. A entrada é enganadora, pois parece conduzir para um simples café.

Conforto, Decoração & Ambiente (6/10)

Optámos pelo espaço ao ar livre, porque a noite estava convidativa, mas também o espaço interior (que tivemos que atravessar) se revelava promissor e bem decorado. Ao passar para o exterior deparámos-nos com um grande terraço ladeado pela alta muralha do castelo que nos separava da rua e que tinha a desvantagem de tapar completamente a vista para onde quer que olhássemos. A decoração é simplista demais numa tentativa falhada de levar a experiência ás modestas raízes alentejanas e o conforto também não é dos melhores, porque as cadeiras são de plástico e as mesas pouco práticas. É no ambiente que está a salvação, porque há uma certa privacidade e espaço para usufruir de uma boa refeição num ambiente calmo e relaxado. O terraço tem até um poço e uma pequena fonte que dão um ar mais genuíno, mas ainda assim foi pouco conseguida a sua integração. Fomos visitados por alguns aborrecidos insetos, mesmo tendo o empregado reduzido ao mínimo as luzes decorativas.



Atendimento & Serviço (7/10) 

Inicialmente, o tratamento pareceu-me demasiado formal para o ambiente que estava à espera, mas rapidamente o empregado revelou a sua veia comercial e alentejana que desanuviou o ambiente. Reparei que esteve em amena cavaqueira com alguns clientes, o que me deu a entender que este restaurante também é frequentado pelos locais. Os pratos demoraram um bocado a chegar, mas achei normal já que a cozinha tinha acabado de abrir. Foram atenciosos no que diz respeito aos nossos pedidos e quase sempre solícitos, embora se tenham esquecido de alguns pormenores ao colocar a mesa.

Ementa & Apresentação (6/10)

A ementa não era tão variada como esperava e foi até um pouco difícil fazer a escolha a contar com uma criança. As entradas incluíam os tradicionais queijos e enchidos regionais, para além das igualmente tradicionais saladinhas. A ementa era forte em peixes para grelhar e também tinha alguns pratos tradicionais como o Bacalhau à Gomes Sá ou os Chocos Fritos, mas só nas carnes é que se entra no verdadeiro domínio alentejano com as já universais carnes de porco preto que se tornaram no cartão de visita da gastronomia desta região. No que diz respeito a sobremesas, havia uma mistura entre as alentejanas, tradicionais e internacionais como a Sericaia, Mousse de Chocolate ou Profiteroles. A apresentação é simplista e despretensiosa, mas notou-se o carinho de quem estava na cozinha.



Qualidade da Refeição (7/10)

Não estava particularmente confiante com as escolhas que tínhamos feito, mas acabou por ser uma refeição bem variada e gostosa. Começámos por debicar entre um queijinho regional tipo Serpa e um paio que acompanhados pelo pão alentejano fizeram maravilhas. Optámos por uma Dourada Grelhada, que estava no ponto, e por uma Vitela de Tomatada, que se revelou uma agradável surpresa. Reparei nos excelentes acompanhamentos, já que as batatas fritas, o arroz e a salada estavam feitas a preceito. Para sobremesa, escolhemos um Semi-frio de Manga que estava apenas regular, mas refrescante e uma Mousse de Chocolate que também não surpreendeu.

Preço Vs Qualidade (7/10)

Quando me disseram que era bom e barato, fiz logo comparações com outras pérolas em território alentejano, porém acabou por não ser tão bom nem tão barato como isso, embora considere que a localização e a aposta em espaços diversificados tenham que ter algum custo adicional que considerei justo. Gostava, porém, de ter tido uma maior variedade de opções.

Preço Base (Prato+Bebida): De 10€ a 15€
Preço Base + Sobremesa: De 10€ a 15€
Preço de Menu Completo: De 15€ a 20€

Conselhos & Dicas

- Se gosta do contacto com as populações, guarde o café para uma das esplanadas à volta do curioso castelo de Borba.
- A sala interior também é agradável e certamente menos propensa a insetos voadores. No inverno é certamente muito acolhedor.
- As distâncias no centro da pequena cidade são curtas, por isso não vale a pena preocupar-se se não encontrar lugar para o carro em frente à porta.
- Aproveite as entradas e não se guarde para a sobremesa.

Restaurante Fogo de Chão (Cascais, Portugal)

Grupo de rodízio em crescimento com as falhas do costume.


Em homenagem ao elevado número de visitantes brasileiros a participar neste blog, tinha que trazer aqui um cheirinho desta gastronomia tão popular em Portugal. Os restaurantes de rodízio brasileiro continuam a aparecer em Portugal numa tentativa de copiar o sucesso de algumas cadeias pioneiras neste negócio. O Fogo de Chão já tem vários restaurantes no país através de um crescimento aparentemente sustentado e fazendo escolhas criteriosas em termos de localização. Numa festa, com um bom número de pessoas, não tem como falhar com este formato de serviço, mas ainda assim continuam a cometer as falhas do costume e que já fizeram muitos perder clientela no passado. Já gostei mais do rodízio, aprendi a comer menos, mas melhor.



Localização & Acesso (7/10)

Está mesmo na zona nobre de cascais, perto da baía. Situado na Rua Carlos Ribeiro, nº.50, está inserido num pequeno centro comercial e, por fora, chega a ser difícil perceber o que é restaurante e o que é centro comercial. O estacionamento no centro de Cascais é sempre escasso e pago, sendo que esta área não é excepção, mas à noite e ao Domingo é gratuito e mais abundante (excepto no verão).

Conforto, Decoração & Ambiente (7/10)

É um estabelecimento bem amplo, há muito espaço entre as mesas para os empregados poderem circular e para os clientes poderem servir-se no buffet sem empurrões e sem contornar obstáculos. Resistiram à tentação de querer ter o máximo de pessoas naquele espaço e merecem um louvor por isso. Normalmente, estes restaurantes têm a fama de ser algo ruidosos por proporcionarem um ambiente mais propício para grupos e festas animadas, mas a configuração e estilo sóbrio e simples deste espaço apelam a um ambiente mais tranquilo e familiar. Ao fim de semana há música ao vivo, em tons calmos das músicas mais populares do Brasil, o que torna a experiência da refeição mais rica. Só não gostei muito da decoração que podia ser um pouco mais sofisticada para realçar o ambiente, porque mais parece um daqueles grandes salões de casamentos brancos, sem identidade e pouco acolhedores.



Atendimento & Serviço (6/10) 

Não foi muito fácil a comunicação com alguns empregados que por vezes pareciam não querer dizer tudo nem fazer recomendações. Já todos percebemos os fundamentos deste negócio, que pretende encher os clientes com as carnes mais baratas para, apenas numa fase mais adiantada, poderem trazer as melhores carnes quando a vontade já não é muita. Ainda assim, essa táctica não foi assim tão escandalosa neste restaurante, onde apareceram algumas carnes muito boas logo no início, embora depois não tenham aparecido mais. Houve alguns pequenos acidentes com o corte das carnes à mesa, o que revelou alguma inexperiência de um dos empregados naquela técnica.

Ementa & Apresentação (7/10)

Neste tipo de restaurantes a ementa tem pouco significado, o que conta é a variedade das carnes e dos acompanhamentos. Quanto á apresentação... somos nós a fazer o prato, portanto depende da nossa inspiração. Ainda assim, os olhos também comem e o aspeto visual é importante. Havia uma grande variedade de carnes, durante largos minutos não chegou nada repetido e até mesmo as carnes de menos valor comercial, como o frango tinham uma apresentação agradável. Provámos inclusivamente algumas saladas e massas do buffet que se revelaram uma excelente alternativa para quem não pode comer carne ou gorduras. Uma boa ideia para aumentar a variedade. No que diz respeito aos acompanhamentos estranhei que a banana tivesse chegado tão tarde.


Qualidade da Refeição (7/10)

Não há dúvida que as carnes eram todas boas. Costumo avaliar a qualidade destes restaurantes pela qualidade da sua picanha que é a carne rainha. Não foi a melhor picanha de sempre, mas estava entre as melhores, faltava alguma gordurinha, mas a que havia era comestível e saborosa. A maminha e o cupim também estiveram à altura, assim como as carnes que não costumo aceitar por serem demasiado secas ou pobres comparando com estas estrelas. A desilusão estava nos acompanhamentos, porque as bananas tinham pouco sabor e o resto não se destacava. Mas foi uma bela refeição globalmente.

Preço Vs Qualidade (6/10)

O modelo do rodízio tem esta sensação agridoce de que quanto mais comermos mais barato se torna, mas a realidade é que nunca se consegue pagar pouco. A qualidade do restaurante está dentro do normal e os preços também, mas para mim um restaurante que não nos oferece possibilidades de poupança sai a perder neste critério.

Preço Base (Prato+Bebida): De 15€ a 20€
Preço Base + Sobremesa: De 15€ a 20€
Preço de Menu Completo: De 20€ a 25€

Conselhos & Dicas

- Se vai para comer carne não perca tempo com o buffet.
- Tenha atenção, porque existem menus diferentes de rodízio que variam em função da variedade de carnes e de bebidas.
- Se não pode comer carne ou gorduras não deixe de ir, porque existe muita variedade de saladas e massas no buffet.
- Se chegar num horário em que o parquímetro esteja ativo, fique atento ás horas, porque as autoridades não perdoam naquela zona.

Fadó Irish Pub & Restaurant (Atlanta, EUA)

[Síntese] Diversão acima de tudo, aqui não há jantar para românticos!


A categoria [Síntese] refere-se a restaurantes visitados há muitos anos e que, entretanto, tenham sofrido alterações significativas capazes de desvirtuar a avaliação. Este é um momento emblemático deste blog, depois de ultrapassar a fronteira de Portugal, acabámos de atravessar também o Atlântico! Em 2001, numa viagem de cariz profissional a Atlanta, nos Estados Unidos da América, lamentei a repetitiva comida local que se resumia a grandes cadeias de "fast food" e a alguns restaurantes mais temáticos, mas cujos preços eram proibitivos para um pobre português. Numa saída nocturna, decidimos visitar este Irish Pub e foi com agrado que verificámos que também servia refeições. A palavra "Fadó" não tem nenhuma relação com a música tradicional portuguesa, trata-se de uma antiga palavra irlandesa com a qual se começam as histórias, ou seja, "Há muito tempo..." ou "Era uma vez...".




Localização & Acesso (7/10)

Localizado numa extremidade do chamado "Midtown", tornava-se muito apelativo para quem se deslocava de transportes com o intuito de passar um serão bem disposto. Em 2007 este restaurante foi demolido para dar lugar a um grande empreendimento na cidade, tendo sido reconstruído alguns quarteirões ao lado, já em plena Buckhead, com o mesmo tipo de decoração, mas acrescentando mais dois pisos ao espaço. Naquela altura o estacionamento era complicado, obrigando a recorrer ao táxi, mas a localização atual é bem mais simpática para os que levam a sua própria viatura.

Conforto, Decoração & Ambiente (6/10)

Não é um restaurante, mas sim um "pub", por isso não esperem mesas arranjadinhas e confortáveis, música ambiente e empregados de mesa atenciosos. As pessoas vão ali principalmente para beber um copo, comer uns aperitivos, mas também para ouvir música, especialmente música ao vivo. Quando lá estive, assisti a um concerto de um músico irlandês a tocar banjo que foi divinal (partia as cordas de duas em duas músicas, tal era a energia com que tocava). É naturalmente um ambiente jovem e relaxado, mas onde também se encontram alguns irlandeses mais velhos, imbuídos do espírito patriótico. Tornou-se também num bastião local para ver desportos mais europeus e com maiores ligações à Irlanda, como o Rugby ou o Futebol.


  

Atendimento & Serviço (5/10) 

Era uma raridade conseguir apanhar os empregados a passar pelas mesas, mas quem vai para um sitio destes também não pode ir com pressa. Já é uma sorte encontrar lugar sentado, quanto mais ter um empregado á disposição, até porque não vale a pena gritar para o chamar. Depois, explicar o que queremos tem que ser por gestos ou no intervalo das músicas o que obriga a que os empregados sejam bem perspicazes e atentos.

Ementa & Apresentação (8/10)

Quando vi que para além dos pratos "norte-americanizados" também havia pratos irlandeses, fiquei simultâneamente preocupado e entusiasmado já que nunca tinha comido nada dessa gastronomia! Tinha uma escolha alargada com uma ligeira incursão pela comida mexicana entre Tacos, Jalapeños e Quesadillas (a que chamavam entradas), muitas variedades de saladas e os típicos "Burgers" com toda uma parafernália de ingredientes e molhos á escolha. Até havia sobremesas com nomes pomposos, onde li pela primeira vez a palavra ruibarbo. A apresentação dos pratos era bem vistosa e colorida.



Qualidade da Refeição (8/10)

Posso dizer que não fiquei surpreendido por perceber que a melhor refeição que provei no EUA pertence á gastronomia... europeia. A minha escolha foi para um dos pratos mais conceituados da casa: o Gaelic Stake Boxty! Delicioso bife, marinado em tomate cherry, cebola e cogumelos e flambeado com brandy e com mais um molho que não conseguia descortinar, foi uma explosão de sabores que tão cedo não esqueci. Tudo isto acompanhado com uma Guinness Preta, que até costumo detestar, mas que naquele ambiente nem me atrevi a recusar. Para acabar em beleza pedi um Brownie de Chocolate com Gelado Guinness que dividimos entre os convivas... e soube a pouco. Depois, foi só dançar e "abanar o capacete" para queimar algumas calorias.

Preço Vs Qualidade (7/10)

Nos EUA tudo é caro, mas este local tem algumas agravantes por ser um espaço diferente, com comida diferente e com um ambiente diferente. De qualquer modo, tendo em conta a qualidade, devo dizer que não me custou muito a pagar estes preços, já que a experiência foi realmente única e, com muita pena minha, será difícil de repetir.
Preço Base (Prato+Bebida): De 15€ a 20€
Preço Base + Sobremesa: De 25€ a 30€
Preço de Menu Completo: De 30€ a 35€

Conselhos & Dicas

- Use transportes públicos, porque estacionar nas horas das refeições e de entretenimento é caótico.
- Se vai para conversar à mesa, é melhor escolher outro local.
- Escolha os dias em que há música ao vivo, especialmente irlandesa, para ter uma experiência completa. Nos dias de futebol também tem tudo para ser animado, mas prefiro ambientes musicais.
- Acompanhe com cerveja! Preferencialmente preta, mas se não gostar também serve uma cerveja "loira".

Restaurante Adega Real (Vila Nova de Cerveira, Portugal)

Reconhecido localmente por ser tipicamente minhoto.


Alguns acontecimentos recentes têm trazido á minha memória uma das visitas que fiz ao Minho. Num verão quente, arrepiei caminho pela selvagem Serra de Arga e desemboquei em Vila Nova de Cerveira sem ter qualquer referência de um bom restaurante. Nada melhor que estacionar no centro e perguntar aos locais pelo melhor restaurante da Vila. Um dos locais parecia indeciso entre duas hipóteses, mas um segundo foi peremptório a indicar o Restaurante Adega Real. E assim decidimos...

Localização & Acesso (8/10)

Não deixa de ser uma bela localização, situada num antigo edifício mesmo no centro histórico da vila, em frente à Igreja Matriz (bem bonita por sinal). Por fora parece mais um café, devido á sua esplanada privilegiada, depois percebemos que também tinha essa função. Na praça não seria possível estacionar, mas não sendo uma região muito turística teria sido fácil estacionar muito perto.

Conforto, Decoração & Ambiente (7/10)

Uma vez lá dentro só entra luz solar através da porta de entrada, o que torna o espaço um pouco escuro. Tem efetivamente o aspeto de uma antiga adega renovada para servir o propósito de um restaurante. A decoração é rústica, misturando vários tipos de tijolo e pedra associadas a alguns objetos de artesanato regional, mas não tão aconchegante como seria de esperar. Como o estabelecimento estava vazio, preferimos subir umas escadas que dão acesso a um espaço que nos pareceu mais cómodo e agradável, embora se tivesse revelado algo abafado. Não foi possível aquilatar sobre o ambiente habitual, porque fomos os únicos clientes, mas duvido que seja sempre assim tão silencioso, especialmente em época de pratos especiais.


Atendimento & Serviço (4/10) 

Confesso que deixou um pouco a desejar, não só o tempo que esperámos para ser atendidos, como o tempo que esperámos pela comida, mas também o tempo que demorámos para saber quanto tínhamos de pagar. A única empregada ausentava-se da sala por largos períodos para dar apoio a uma outra sala mais orientada para a cafetaria, o que nos deixou ao abandono por várias vezes. Só mesmo a simpatia e humildade da rapariga é que salvou a estranha sensação que tivemos de que se tinham esquecido de nós.

Ementa & Apresentação (6/10)

A ementa era bem curta, o que limitou bastante a nossa escolha, ainda por cima eram pratos exclusivamente minhotos, o que aumentou ainda mais as nossas dúvidas já que era uma cozinha que não conhecíamos nada bem. Nem sequer nos propuseram umas entradas, mas somente os pratos principais que incluíam os típicos Arroz de Sarrabulho, Bacalhau à Minhota, Rojões à Minhota, Arroz de Marisco, Polvo na Brasa ou Mãozinha de Cabrito. As variedades de sobremesas eram reduzidas também, com a Aletria e o Arroz Doce em destaque. A apresentação dos pratos era bem conseguida e típica o que melhorou claramente a experiência. Percebemos também que, na época da Lampreia, este é um dos restaurantes mais conceituados da região para provar esta iguaria, mas nunca me seduziriam com esse prato.


Qualidade da Refeição (8/10)

Foi nitidamente o melhor de tudo... e ainda bem! O Bacalhau á Minhota era excelente e os Rojões à Minhota, não tendo sido os melhores que provei, estavam muito acima da média. Doses bem servidas, bem confecionadas e com um sabor mesmo regional, quase caseiras e com produtos de qualidade. Não nos aventurámos pelas sobremesas com receio de esperar mais uns largos minutos.

Preço Vs Qualidade (6/10)

Quando o serviço não está à altura, por muito boa que seja a comida fica sempre aquele amargo de boca. Pela comida, o preço estaria justíssimo, mas só complementado por um atendimento mais atento. Em época alta, possivelmente haverá mais disponibilidade dos empregados... talvez tenhamos apenas tido algum azar.
Preço Base (Prato+Bebida): De 5€ a 10€
Preço Base + Sobremesa: De 10€ a 15€
Preço de Menu Completo: De 15€ a 20€

Conselhos & Dicas

- Não tenha grandes problemas com o estacionamento, embora possa não haver na praça principal haverá sempre muito perto.
- Vale a pena fazer uma visita á Igreja Matriz que está mesmo em frente.
- Se beber café e se o tempo estiver bom, aproveite a esplanada.
- Se for adepto da Lampreia, os meses de Fevereiro e Março são os únicos em que pode experimentar este prato.